Sob o tema: “A Agricultura em Portugal – Uma Visão Prospetiva”, o Gabinete de Estudos e Formação Social Democrata da Distrital de Braga do PSD promoveu ontem à noite, numa unidade hoteleira de Braga, um colóquio que contou com a presença do Secretário de Estado da Agricultura, Diogo Santiago Albuquerque e proporcionou aos agricultores do distrito o esclarecimento de algumas dúvidas.
Vários agricultores e produtores de leite tiveram ocasião de apresentar queixas e preocupações ao governante que esclareceu o empenho do Governo em resolver alguns dos problemas do setor e aproveitar melhor os fundos comunitários a favor da produção nacional. “A agricultura foi eleita no programa do Governo como um setor estratégico para o país. É algo que foi sendo negligenciado na última década. A agricultura foi dada como garantida, os alimentos foram dados como garantidos através da importação por serem mais baratos e a agricultura acabou por ser dada como algo pouco importante”, disse Diogo Santiago Albuquerque para justificar o estado a que chegou o setor em Portugal. Lei aqui a nota de imprensa
Intervenção final de Paulo Cunha:
Intervenção inicial de Diogo Santiago Albuquerque
Secretário de Estado responde a agricultores
Intervenção do Presidente da COVAGRI
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sábado, 19 de novembro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Artigo de opinião assinado por Paulo Cunha e publicado hoje no Diário do Minho
A REFORMA ADMINISTRATIVA
Nos últimos anos os portugueses viveram a fantasia de um País adiado, por falta de coragem política e de sentido de Estado de quem nos embalou num sono de que muitos teimosamente não querem acordar.
É fácil identificar as causas e os causadores da letargia em que o nosso País se encontra, mas não basta fazer o diagnóstico, é preciso ação e coragem para empreender uma dinâmica reformista para bem de nós todos.
Se, por um lado, o nosso País está “acantonado” entre um acordo internacional que é imperioso cumprir e um “país real” em verdadeiro estado de emergência económica e social, por outro esta é a altura em que se exigem medidas que não só nos relancem na rampa do crescimento económico e da estabilidade social, como criem condições para que não mais vivamos período como este.
A administração pública, os seus funcionários e agentes, não são o rosto do culpado, nem podem ser o bode expiatório, mas têm que ser o primeiro a avançar e o exemplo a seguir.
É esta exemplaridade que se exige a quem hoje desempenha funções públicas e tanto se exige a quem foi mandatado para governar, como a todos quantos são pagos com o erário público para executar tarefas públicas.
Os autarcas e as autarquias sempre souberam estar na primeira linha do espírito reformista e a história está repleta de situações em que Freguesias e Municípios souberam dar o mote e se empenharam na construção de um País melhor.
Hoje como no passado exige-se esse mesmo sentido de responsabilidade quando se pede cada vez mais e melhor proximidade aos autarcas locais, mais e maior atenção às populações que servem, que cada vez mais precisam desses mesmos autarcas.
A reforma a que todos somos convocados a participar não pretende diminuir essa proximidade, não pressupõe uma menor necessidade desse verdadeiro amortecedor social, nem significará desconsideração por todos quantos se entregam a esse exercício de cidadania.
O que se pede aos autarcas, nomeadamente aos das Freguesias, é mais um exercício de patriotismos, que adiram ao espírito reformista em curso, fazendo cada vez mais com cada vez menos.
O Presidente da Comissão Política Distrital de Braga do PSD
Paulo Cunha
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Passos Coelho hoje em Famalicão
“O próximo Governo terá um grande lema: lutar pelo crescimento da economia e pelos que podem criar riqueza em Portugal. Mas para isso o Governo tem de mudar”, disse o líder do PSD, exortando à mudança".
“O próximo Governo terá um grande lema: lutar pelo crescimento da economia, pelos empreendedores e por aqueles que podem criar riqueza em Portugal. Mas para isso o Governo tem de mudar. E eu sei que isso vai acontecer”, afirmou Pedro Passos Coelho, Auditório da Casa das Artes de Famalicão, onde discursou para uma plateia repleta de centenas de pessoas, prometendo que o seu Executivo fará “tudo para pôr a economia a crescer e gerar emprego, senão teremos um problema sério em Portugal. Se, numa família, tivermos alguém desempregado, é meio caminho andado para criar uma grande instabilidade. Precisamos de usar melhor os nossos recursos humanos para sair da armadilha em que nos meteram”. À saída da apresentação das conclusões do estudo do Observatório sobre o Emprego promovido pela Distrital de Braga do PSD, em Famalicão, a conclusão foi a de que “temos de aprender a ser mais produtivos, eficientes e competitivos” porque “Portugal precisa duma liderança que traga a confiança e a capacidade para honrar acordos. Temos mesmo de poupar mais. Neste Governo, alguns acharam que moralizar era muito simbólico, mas em Portugal muito dinheiro está a ser gasto em coisas inúteis”. E conclui: “O que é patriota, num país com quase 900 anos de história, não é evocar a soberania mas falar verdade. Está na hora de desligar o complicómetro. Descentralizar decisões e responsabilizar aqueles que as tomam é essencial para termos um sistema transparente”. O Presidente do PSD, acompanhado pelo Presidente da Distrital, Paulo Cunha, visitou também a Santa Casa da Misericórdia de Riba de Ave, nomeadamente o Hospital local, e a Continental Mabor.
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