Numa visita à CERCIFAF- Cooperativa de Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas de Fafe, os deputados do PSD eleitos por Braga tiveram hoje a oportunidade de conhecer as instalações da Instituição e tomar nota dos projetos já em execução e dos projetos que pretendem levar a cabo no futuro.
A CERCIFAF é uma Instituição fortemente marcada pelo empenho em integrar estes jovens na sociedade e no mercado de trabalho. Os deputados eleitos pelo Círculo Eleitoral de Braga, saudaram os resultados já conseguidos e afirmaram o interesse em manter o contacto com esta instituição e com os seus responsáveis, dada a vasta experiência manifestada e comprovada, bem como as muitas ideias expressas, todas elas de grande interesse para a área social. Foi ainda referida a importância das recentes medidas do governo nesta área que permite rentabilizar de forma mais eficaz os equipamentos existentes.
No Externato S. Miguel de Refojos, em Cabeceiras de Basto, foi possível constatar que o ano letivo arrancou sem qualquer tipo de constrangimentos. Foi referido pelos responsáveis o avanço positivo no acordo celebrado entre o atual Governo e as escolas com contrato de associação. As alterações introduzidas, já neste ano letivo, permitiram a manutenção das 14 turmas e com o novo nível de financiamento a escola consegue manter a sua qualidade pedagógica.
No Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, os deputados visitaram as instalações que foram recentemente recuperadas e constaram que o ano letivo se iniciou também de forma tranquila.
O desafio do alargamento do ensino obrigatório ao 12º ano será o grande desafio que ambas as escolas terão pela frente nos próximos tempos e que merecerá o acompanhamento dos deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral de Braga e da própria Comissão Política Distrital.
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Distrital satisfeita com arranque do ano lectivo
A Comissão Política Distrital de Braga do PSD considera que, apesar do pouco tempo de que dispôs o Governo para preparar o arranque do ano lectivo, e apesar de algum alarmismo lançado por algumas organizações sindicais, o início das actividades escolares no distrito estão a decorrer de uma forma serena e competente, marcado uma diferença em relação a anos anteriores.
Paulo Cunha, presidente da Distrital de Braga, recorda que “o início de um ano lectivo é um momento de grande complexidade e onde se convoca a participação de praticamente toda a comunidade. De facto talvez não exista nenhum acontecimento que envolva tão grande número de pessoas e de sectores da nossa sociedade, como sucede com o início do ano escolar”, lembra.
Para o responsável distrital do PSD, “o arranque do ano escolar envolve grande complexidade, porque fixa novas rotinas para alunos, encarregados de educação e professores e que os vincula a um itinerário que se prolongará por um ano lectivo”, acrescentando que “costuma ser também um momento tradicionalmente caracterizado por controvérsia, por decisões casuísticas, por contestação e, em suma, por grande instabilidade, com graves consequências no quotidiano de milhões de famílias portuguesas”.
A Comissão Política Distrital de Braga do PSD regista, com especial apreço, uma salutar quebra com essa terrível tradição de conflito e o início de uma política que privilegia a estabilidade e a previsibilidade ao tumulto e ao casuísmo do passado. Para Paulo Cunha, “o Governo e muito concretamente o Ministério da Educação, em funções há pouco mais de dois meses, pode não ter conseguido acordos com associações de classe e sindicatos, mas obteve crédito de confiança junto de todos os agentes que integram a comunidade educativa, o que lhe permitiu introduzir profundas reformas sem que isso tenha feito repetir episódios a que os portugueses estavam habituados, com manifestações na rua e cadeados na porta das escolas”
O presidente da Distrital vai ainda mais longe, afirmando que “todos devemos ser alertados para uma situação de emergência a que a comunidade educativa não será indiferente e não era mais possível manter um status quo que hipotecava de forma irreversível o futuro das novas gerações”, lembrando contudo que “não existe nenhuma poção mágica que nos limpe o horizonte, nem podemos repetir erros do passado, antes se exige que todos se sintam convocados para a participação na solução.”
A Distrital de Braga saúda por isso muito particularmente os professores, os pais e os autarcas que, com enorme sentido de responsabilidade, souberam perceber a situação em que o país se encontra e preferem pugnar pela procura de uma solução ao refúgio na crítica fácil. “Bem sabemos que é preciso continuar a trilhar este caminho e registo com muito apreço a enorme vontade e a grande capacidade dos actuais responsáveis pela Direcção Regional de Educação do Norte para, com conhecimento de causa e sentido de responsabilidade, aplicar na área do Distrito de Braga as diretrizes das políticas educativas do actual Governo”, conclui Paulo Cunha.
Paulo Cunha, presidente da Distrital de Braga, recorda que “o início de um ano lectivo é um momento de grande complexidade e onde se convoca a participação de praticamente toda a comunidade. De facto talvez não exista nenhum acontecimento que envolva tão grande número de pessoas e de sectores da nossa sociedade, como sucede com o início do ano escolar”, lembra.
Para o responsável distrital do PSD, “o arranque do ano escolar envolve grande complexidade, porque fixa novas rotinas para alunos, encarregados de educação e professores e que os vincula a um itinerário que se prolongará por um ano lectivo”, acrescentando que “costuma ser também um momento tradicionalmente caracterizado por controvérsia, por decisões casuísticas, por contestação e, em suma, por grande instabilidade, com graves consequências no quotidiano de milhões de famílias portuguesas”.
A Comissão Política Distrital de Braga do PSD regista, com especial apreço, uma salutar quebra com essa terrível tradição de conflito e o início de uma política que privilegia a estabilidade e a previsibilidade ao tumulto e ao casuísmo do passado. Para Paulo Cunha, “o Governo e muito concretamente o Ministério da Educação, em funções há pouco mais de dois meses, pode não ter conseguido acordos com associações de classe e sindicatos, mas obteve crédito de confiança junto de todos os agentes que integram a comunidade educativa, o que lhe permitiu introduzir profundas reformas sem que isso tenha feito repetir episódios a que os portugueses estavam habituados, com manifestações na rua e cadeados na porta das escolas”
O presidente da Distrital vai ainda mais longe, afirmando que “todos devemos ser alertados para uma situação de emergência a que a comunidade educativa não será indiferente e não era mais possível manter um status quo que hipotecava de forma irreversível o futuro das novas gerações”, lembrando contudo que “não existe nenhuma poção mágica que nos limpe o horizonte, nem podemos repetir erros do passado, antes se exige que todos se sintam convocados para a participação na solução.”
A Distrital de Braga saúda por isso muito particularmente os professores, os pais e os autarcas que, com enorme sentido de responsabilidade, souberam perceber a situação em que o país se encontra e preferem pugnar pela procura de uma solução ao refúgio na crítica fácil. “Bem sabemos que é preciso continuar a trilhar este caminho e registo com muito apreço a enorme vontade e a grande capacidade dos actuais responsáveis pela Direcção Regional de Educação do Norte para, com conhecimento de causa e sentido de responsabilidade, aplicar na área do Distrito de Braga as diretrizes das políticas educativas do actual Governo”, conclui Paulo Cunha.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
Distrital de Braga envia comunicado aos militantes acerca do Ensino Particular e Cooperativo
No dia em que enviou um comunicado aos militantes sobre o ensino particular e cooperativo, o presidente da Comissão Política Distrital do PSD Braga fez hoje afirmações acerca do comprometimento do PSD para com este setor económico. Para Paulo Cunha, “O PSD está hoje, mais do que nunca, ciente que o país está “acantonado” entre um acordo internacional que é imperioso cumprir e um “país real” em verdadeiro estado de emergência económica e social. É pois um enorme desafio que os Portugueses superarem este desafio com que estão confrontados e que, orientados por um Governo alicerçado numa maioria política estável e com um rumo seguro, saberão certamente ultrapassar”.
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Colóquio sobre ‘A Educação em Portugal – Uma Visão Prospectiva’
A necessidade de conquistar a “liberdade da educação” e a defesa da excelência no ensino, num sector em situação de ruptura por imposição da permanente instabilidade e actual tendência estatizante, dominaram as intervenções no colóquio sobre a educação promovido na noite da passada sexta-feira, pelo Gabinete de Estudos e Formação Social Democrata de Braga.
Numa sessão que encerrou um ciclo sobre a educação, que se continuará a desenvolver através de news letters, o debate estendeu-se ao longo de três horas em ambiente aberto com a participação de mais de duas centenas de pessoas de diferentes quadrantes políticos e sociais. Ressaltaram as críticas à postura de “desresponsabilização” do Governo num sector considerado prioritário e estruturante para o sucesso do País.
Em destaque esteve também a educação como infra-estrutura para o País, valorizando a riqueza das instituições particulares e cooperativas existentes e fomentando o envolvimento da comunidade no processo educativo.
“Queremos para Portugal um sistema de ensino que envolva a comunidade, todos os agentes que têm responsabilidade no ensino e na educação, em prol de um serviço público de excelência”, defendeu Paulo Cunha, presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga, perante uma assistência repleta de professores, dirigentes associativos e escolares, encarregados de educação, autarcas e deputados.
Atribuindo a actual situação de ruptura na educação a um “problema de base meramemte ideológica”, Paulo Cunha preconizou a defesa de um ensino de excelência através da aposta na autonomia das escolas, na qualidade dos professores e na competitividade e livre escolha dos projectos educativos.
“Não sou defensor de um Estado meramente regulador, mas também não quero um Estado fechado em si próprio. Prefiro um Estado aberto ao envolvimento da comunidade e que saiba reconhecer o mérito, a excelência e as boas práticas das instituições e dos profissionais”, esclareceu o líder social-democrata.
Mais no Facebook da Distrital de Braga do PSD - AQUI
INTERVENÇÃO DE PAULO CUNHA
INTERVENÇÃO DE JOSÉ MANUEL FERNANDES
Numa sessão que encerrou um ciclo sobre a educação, que se continuará a desenvolver através de news letters, o debate estendeu-se ao longo de três horas em ambiente aberto com a participação de mais de duas centenas de pessoas de diferentes quadrantes políticos e sociais. Ressaltaram as críticas à postura de “desresponsabilização” do Governo num sector considerado prioritário e estruturante para o sucesso do País.
Em destaque esteve também a educação como infra-estrutura para o País, valorizando a riqueza das instituições particulares e cooperativas existentes e fomentando o envolvimento da comunidade no processo educativo.
“Queremos para Portugal um sistema de ensino que envolva a comunidade, todos os agentes que têm responsabilidade no ensino e na educação, em prol de um serviço público de excelência”, defendeu Paulo Cunha, presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga, perante uma assistência repleta de professores, dirigentes associativos e escolares, encarregados de educação, autarcas e deputados.
Atribuindo a actual situação de ruptura na educação a um “problema de base meramemte ideológica”, Paulo Cunha preconizou a defesa de um ensino de excelência através da aposta na autonomia das escolas, na qualidade dos professores e na competitividade e livre escolha dos projectos educativos.
“Não sou defensor de um Estado meramente regulador, mas também não quero um Estado fechado em si próprio. Prefiro um Estado aberto ao envolvimento da comunidade e que saiba reconhecer o mérito, a excelência e as boas práticas das instituições e dos profissionais”, esclareceu o líder social-democrata.
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INTERVENÇÃO DE PAULO CUNHA
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